Caixa Cubo

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Bio

Genres: Instrumental,Underground
Location: Sao Paulo

O projeto Caixa Cubo se formou inicialmente pelos diálogos musicais do baterista João Fideles com o pianista Henrique Gomide, a quem posteriormente o contrabaixista Noa Stroeter se juntou para fazer a base do Caixa Cubo Trio. Tocando com diferentes formações e propostas estéticas, é um projeto multifacetado, em constante movimento - como um “cubo mágico” que combina suas cores.

Emergindo em meio a composições, releituras ou se potencializando em fluxos sonoros livres, a improvisação é elemento central dos diferentes projetos que Caixa Cubo promove.

Dois álbuns foram lançados em homenagem a grandes mestres da música brasileira: em “Enigma - a Música de Garoto” (2017), a obra do compositor e multi-instrumentista Aníbal Augusto Sardinha foi extrapolada do universo das cordas para ganhar uma roupagem contemporânea. Já “Misturada” (2014) é um tributo a várias de nossas “pedras fundamentais” como Dorival Caymmi, Radamés Gnatalli, Dominguinhos, Moacir Santos, Hermeto Paschoal, Airto Moreira, entre outros. Os discos foram produzidos pelo selo Pau Brasil e contam com a participações especiais de Nailor Proveta, Teco Cardoso, Paulo Bellinati, Toninho Ferragutti e Zé Leônidas.

No mais recente lançamento, “Saturno” (2018), o trio Fideles, Gomide e Stroeter embarca numa vertiginosa máquina de improvisação para viajar por fluxos sonoros distópicos e interplanetários. Com sintetizadores, teclados, baixo elétrico, se enveredam em estética paralela a de dois álbuns anteriores, “Quartzo” (part. especial de Celio Barros) e “CANiL_” (feito em duo por Fideles e Gomide).

Depois de lançar uma demo, “2012” foi o primeiro álbum lançado pelo Caixa Cubo. Acústico, de roupagem contemporânea e altamente improvisada, contou com faixas gravadas em duo e trio: com Arthur Decloedt no contrabaixo gravaram composições e com Celio Barros fizeram performances improvisadas sobre dois temas de Claude Debussy. 

O trio Fideles, Gomide e Stroeter transitou nos últimos anos entre Brasil e Europa, onde fizeram, juntos, um mestrado no Real Conservatório de Haia, na Holanda. Se apresentaram em palcos relevantes como o do festival Jazz à Vienne (França), Riverboat Festival (Dinamarca), Anton Philip Hall (Holanda), A-Trane (Berlim), Jazzkeller (Frankfurt) e outros centros culturais em Paris, Bruxelas, Londres, Birmingham, Lisboa, Rotterdam. Foram ainda ao Moçambique se apresentar no Centro Cultural Franco-Moçambicano (Maputo) e, no Brasil, circularam por unidades do SESC, Auditório Ibirapuera, Museu da Casa Brasileira e diversas casas de show.

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